SENTIR (quebra-gelo)

Qual é a sua franquia preferida? Por que você acha que ela faz sucesso?

APRENDER

Já imaginou ter Deus como seu sócio em uma franquia?
Uma franquia é uma empresa de sucesso com negócio lucrativo e aprovado. Fornece a marca, os produtos e o suporte para montar e gerenciar, e cobra uma porcentagem das receitas ou produtos (5% a 40%).

Fazendo uma analogia com a idéia de franquias do mundo atual, existe uma “franquia” que é diferente de todas as outras. Podemos abrir uma “franquia” do céu e ter Deus como o nosso sócio. Ele garante tudo para o nosso sucesso e pede apenas uma pequena participação.

Imagine que Deus faz um trato com alguns fazendeiros, como numa franquia 90 por 10: Ele garantia uma colheita próspera e abundante, sem nenhuma praga, com chuva e sol no tempo certo, e produção máxima por semente plantada. Nenhuma perda e lucro garantido! Da colheita, 90% do lucro ia para o fazendeiro, 10% para Deus, que usaria esse valor para abençoar os próprios fazendeiros, ensinando-os, multiplicando o número de fazendeiros. Foi exatamente isso que o Senhor propôs ao Seu povo.

Um baita de um negócio! E mais do que isso, Deus ainda garantiu que os fazendeiros poderiam testá-lo: ““Tragam todos os seus dízimos aos depósitos do templo, para que haja provisão em minha casa. Se o fizerem”, diz o Senhor dos Exércitos, “abrirei as janelas do céu para vocês. Derramarei tantas bênçãos que não haverá espaço para guardá-las! Sim, ponham-me à prova! Suas colheitas serão fartas, pois as protegerei das pragas. Suas uvas não cairão das videiras antes de amadurecerem”, diz o Senhor dos Exércitos. “Então todas as nações os chamarão de abençoados, pois sua terra será cheia de alegria”, diz o Senhor dos Exércitos”” (Ml. 3:10-12).

Deus se associou ao Seu povo para fazê-lo prosperar. Mas, mesmo assim, eles escolheram não fazer a sua parte. Usaram o que pertencia a Deus para eles mesmos. Os “franqueados” roubaram o “franqueador celestial abençoador supergeneroso: ““Eu sou o SENHOR e não mudo. Por isso vocês, descendentes de Jacó, ainda não foram destruídos. Desde os dias de seus antepassados vocês se afastaram de meus decretos e não os seguiram. Agora, voltem-se para mim, e eu me voltarei para vocês”, diz o SENHOR dos Exércitos. “Mas vocês perguntam: ‘De que maneira voltaremos?’. “Acaso alguém pode roubar a Deus? Mas vocês têm me roubado! “Perguntam: ‘Em que te roubamos?’. “Vocês me roubaram nos dízimos e nas ofertas. Estão sob maldição, pois a nação inteira tem me roubado”” (Ml. 3:6-9).

O que é o dízimo?
Muitas pessoas têm dúvidas com relação a essa questão de devolver a parte de Deus, de entregar os dízimos. Elas se perguntam se isso estava só no Antigo Testamento, na Lei de Moisés, se não somos livres para seguir o nosso coração. Questionam a quem entregar o dízimo e o que vão ganhar com isso.

A questão é que o que Jesus promete com relação a isso é: “Deem e receberão. Sua dádiva lhes retornará em boa medida, compactada, sacudida para caber mais, transbordante e derramada sobre vocês. O padrão de medida que adotarem será usado para medi-los” (Lc. 6:38). O princípio do dízimo e da prosperidade tem a ver com quanto damos. Se damos, por exemplo, 10 colheres de chá de arroz, recebemos 10 colheres de chá de ouro. É assim que funciona com o Senhor! Ele quer nos abençoar!

Por que Deus, o dono do Universo, precisaria de ofertas e de dinheiro?
Deus escolheu nos amar e nos colocar em primeiro lugar em Sua vida. E Ele nos dá a liberdade de escolher amá-lo e colocá-lo em primeiro lugar também. Quem ama, confia. Se amamos a Deus, confiamos que Ele vai nos abençoar quando obedecemos aos Seus mandamentos.

E Deus conhece o nosso coração, Ele sabe discernir uma oferta dada por amor e outra dada por manipulação ou por obrigação. Assim como foi com Caim: ““Por que você está tão furioso?”, o Senhor perguntou a Caim. “Por que está tão transtornado? Se você fizer o que é certo, será aceito. Mas, se não o fizer, tome cuidado! O pecado está à porta, à sua espera, e deseja controlá-lo, mas é você quem deve dominá-lo”” (Gn. 4:6-7).

Abraão foi o primeiro a dar o dízimo, mesmo antes de existir a Lei de Moisés. E a Bíblia fala que ele o entregou para o rei Melquisedeque, que vive na eternidade (Hb. 7:2-10). Ele o fez pela fé, e não por obrigação, entregando a alguém que é uma figura de Cristo. Isso impactou positivamente as gerações seguintes, porque é um princípio eterno, e ainda o faz. A Palavra fala muito sobre isso: Levítico 27:30; Malaquias 3:10; Números 18:24.

REFLETIR

Quais os princípios de que precisamos nos lembrar sobre os dízimos e as ofertas?
Deus quer que os primeiros 10% de nossos rendimentos sejam dados a Ele. Tudo o que damos para Deus se torna santo, para ser usado para o que Ele determinar, e deve ser dado na casa do tesouro – o lugar responsável por alimentar espiritualmente e edificar o povo, a igreja. O dízimo deve ser usado para manter a casa do Senhor e as pessoas que têm a responsabilidade de pastorear e guiar espiritualmente o povo de Deus. O que entregamos, além dos 10%, é oferta. Dízimo é 10%.

O próprio Jesus ensinou a entregar o dízimo (Lc. 11:39-42) e não veio para mudar a Lei, mas para cumpri-la (Mt. 5:17-10). O dízimo protege o que temos e garante que nada nos falte. A oferta multiplica o que temos e abençoa outras pessoas.

Como devemos entregar nossos dízimos e ofertas?
O dízimo que o Senhor recebe é um ato de adoração, é sacrificial (custa alguma coisa); precisa ser o primeiro a ser entregue, não o que sobra; e precisa ser entregue com alegria.

O apóstolo Paulo fala sobre isso em sua segunda carta aos Coríntios: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria” (9:7).

Não somos abençoados por acidente, mas por escolha. O Senhor está esperando que façamos prova dele, que demonstremos o nosso amor, confiando no que Ele diz, na Sua Palavra e nas Suas promessas. Ele quer nos prosperar para que possamos ser uma bênção para muitas outras pessoas.

Ter uma vida abençoada é investir nosso tempo, nossos talentos e nossos tesouros para expandir o Reino de Deus, e ser abençoado para abençoar outras pessoas, sejam elas cristãs ou não.

APLICAR E ORAR (separe entre homens e mulheres)

Qual é a sua relação com os dízimos e as ofertas?
Esse é um princípio que você tem aplicado? Tem praticado? Se não, por quê? Os dízimos e as ofertas são um princípio eterno, que nos abençoa. Representam uma “sociedade” de sucesso entre o Senhor e nós, é como termos realmente uma “franquia” do céu.

Se você ainda não dizima e não oferta, passe a fazê-lo, obedeça à Palavra de Deus, faça prova dele e seja profundamente abençoado para poder, também, abençoar outros.

Você dizima por obrigação?
Se sim, arrependa-se hoje mesmo. O Senhor ama aquele que entrega com alegria, com o coração satisfeito. Lembre-se de que prosperidade não tem a ver com quanto temos, mas com quanto entregamos, com aquilo que damos.

Confie no Senhor, ame-o de todo o coração e entregue o que pertence a Ele, o primeiro, o melhor, com alegria! Ele conhece o seu coração e vai recompensá-lo de acordo com as suas intenções.

Incentive todos a compartilhar. Esteja atento àqueles que precisam de encorajamento e àqueles que precisam confessar para receber ajuda. Ore por todos.

Siga-nos: